quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Deus nunca desiste...
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Tudo depende da nossa Visão...

- Pai, o mundo termina alí na cerquinha???
- Não meu filho - respondeu o pai
- Vem comigo.
E levou o pintinho pro alto... o mais alto do galinheiro.
- Olhe para o horizonte - disse o pai para o pinitnho
- Tá vendo aqueles montes?
- Estou pai.
Entao o pai continuou todo orgulhoso:
- Ali é o fim do mundo.
O pintinho respondeu:
- Uauuuuuuu...
sábado, 18 de setembro de 2010
Não existe Oração sem Verbo...
"O verbo, palavra indispensável à constituição das orações..."
sábado, 28 de agosto de 2010
A Intenção da Busca - João 1: 19 - 39

Quando o ministério de João Batista começou a ficar conhecido, os líderes religiosos de Israel ficaram preocupados e então enviaram “informantes” a João. Aqueles homens queriam saber se João possuía alguma credencial humana para batizar as pessoas. Imagine só: ele era o primeiro na história de Israel que fazia isso! Era uma novidade...
A credencial de João era espiritual. Tanto que ele nem se nomeou como “o profeta” ou outra coisa parecida. Ele simplesmente disse que era “a Voz”, a voz do que clama no deserto. Sim, a voz do Espírito do Senhor. João não tinha medo daqueles fariseus. No capítulo 1:20, ele confessa sua verdadeira identidade abertamente, sem temer o que os homens poderiam dizer dele.
João não se importava com o testemunho humano, mas sabia que a segurança dele estava em Deus. Ele tinha um foco – a vinda do Cordeiro. Pregava isso todos os dias e chamava as pessoas ao arrependimento. Qual era o trabalho de João? Preparar o caminho de Jesus. Ele sabia que existia um homem (Jesus Cristo) muito mais importante do que ele, e este sim era digno de reverência.
Por isso, João Batista teve que morar sozinho no deserto, um lugar ideal para entrar em contato íntimo com Deus, e não se contaminar com a religiosidade de Israel. É claro que existiram profetas anteriores que serviram ao Senhor em meio à contaminação ( no caso de Daniel por exemplo, que não se contaminou) mas o caso de João era diferente – ele era literalmente uma voz sozinha no deserto.
Em João 1:38, o cenário e os personagens mudam. Vemos um outro grupo de homens indo atrás de Jesus. Mas estes homens não eram religiosos e tinham aprendido muitas coisas através de João Batista. Quando viram Jesus, seguiram-no imediatamente porque agora não agüentavam mais só ouvir falar dEle, mas queriam conhecê-lo de perto. A Palavra tinha se tornado carne...se personificou em Jesus ( João 1:1). A única forma de ter um encontro assim seria passar um dia inteiro com Ele.
E como foi a reação de Jesus em relação a isso? Ele percebeu que aqueles homens estavam com o coração sincero. Ele então perguntou logo: “Que buscais?”, ou seja, o Senhor logo no início confrontou a vontade daqueles homens. Jesus poderia muito bem ter se apresentado de início, mas Ele preferiu primeiro ter certeza da intenção daquele grupo. Afinal de contas, eles estariam seguindo-o só porque João falou e indicou, ou porque realmente Jesus seria alguém especial?. Sabe, acho que eles buscaram Jesus já percebendo que ele era o Messias ( capítulo 1:41) e depois através da convivência isso ia ficando cada vez mais claro.
Quando vamos ao Senhor dizendo: “Sei tudo sobre Você mas isso não é o suficiente...quero conhecer o teu lugar secreto, a tua habitação. É quem Você é que eu quero saber.” Aí, Ele se revela a nós e diz: “Vinde e vede” ( capítulo 1: 38-39). Que humildade de Cristo, não é mesmo? Ele deixa você descobrir as coisas secretas dEle!
Qual seria então nesse texto, a diferença dos dois grupos de pessoas que buscavam uma informação? O primeiro foi buscar uma resposta de João a respeito dos batismos. Queriam uma satisfação. Eram religiosos do povo e conhecedores das leis. O outro grupo ouvia tudo o que João pregava sobre Cristo, e quando O viu foi imediatamente atrás dEle. A curiosidade era diferente. Havia um coração aberto. Queriam aprender mais sobre Jesus.
sábado, 14 de agosto de 2010
A Escola da Ponte


"O trabalho escolar era exclusivamente centrado no professor, enformado por manuais iguais para todos, repetição de lições, passividade. As crianças que chegavam à escola com uma cultura diferente da que aí prevalecia eram desfavorecidas pelo não reconhecimento da sua experiência sociocultural. Algumas das crianças que acolhíamos transferiam para a vida escolar os problemas sociais dos bairros pobres onde viviam. Exigiam de nós uma atitude de grande atenção e investimento no domínio afectivo e emocional..."
"Quem ouve falar dela pela primeira vez hesita em acreditar. Surpresa maior só mesmo de quem a conheceu nos anos 70. A Escola da Ponte era uma escola muito engraçada, não tinha bancos, não tinha mesas, não tinha nada. O banheiro sequer porta tinha..."
"Na Escola da Ponte, as crianças decidem o que e com quem estudar. Em vez de classes, grupos de estudo. Independente da idade, o que as une é a vontade de estar juntas e de juntas aprender. Novos grupos surgem a cada projeto ou tema de estudo..."
"Hoje, os alunos têm um espaço para publicar pequenos anúncios de oferta e procura de ajuda para realização de pesquisas escolares, reúnem-se semanalmente em assembléia para debater os problemas da escola e redigem seus direitos e deveres.
O site da escola é esse http://www.escoladaponte.com.pt/documen/concursos/projecto.pdf
Aí mesmo no meu blog, coloquei como recomendação o nome do livro do José Pacheco que fala sobre essa escola.
domingo, 8 de agosto de 2010
Por que Deus me amaria? Is. 49.1 - 2

Oi pessoal! Esse texto aqui abaixo é extraído da Bíblia Sagrada Edição com notas para jovens (Nova Tradução na Linguagem de Hoje)
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
O sopro do Senhor e Seu mensageiro

“A erva seca, a flor cai, mas a palavra do nosso Deus dura para sempre.” (Is 40:8)
Analisando esses dois versos, fica claro que erva e flores estão para o povo, assim como o sopro do Senhor está para a palavra do nosso Deus.
A Bíblia descreve o Espírito Santo como sendo o sopro, o fôlego do Senhor. E realmente ele passa sobre o povo como um sopro poderoso de Deus ( “...de repente veio do céu um barulho que parecia o de um vento soprando muito forte e esse barulho encheu toda a casa onde estavam sentados... todos ficaram cheios do Espírito Santo... – At 2: 2 – 4).
O sopro do Senhor também também está ligado à palavra de Deus. Sem este sopro (Espírito Santo), a palavra de Deus seria inerte, isto é, sem movimento algum. Mas quando o Espírito Santo transmite a Palavra, ela passa a agir e a ter efeito (“Antes de ser criado o mundo, aquele que é a Palavra já existia. Ele estava com Deus e era Deus.”- Jo 1:1.) Este versículo está na Nova Tradução da Linguagem de Hoje, mas em outras traduções encontramos a Palavra descrita como sendo o Verbo, ou Logos. Sabemos que verbo é ação não é mesmo? Você se lembra dos tempos de escola, nas aulas de português? Pois é.
Você também se lembra de que a espada do Espírito é a Palavra de Deus? ( “Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus.” – Ef 6:17).
Parece até que existe uma ilustração própria pra esses versículos de Isaías (Is 40: 7, 8). É como se o sopro de Deus passasse por todas as gerações durante as eras, e a erva e flores (feitos do homem; coisas da carne) vão murchando, mas a palavra de Deus dura para sempre, e resiste ao tempo.
“ Você, mensageiro de boas notícias para Jerusalém, suba um alto monte; você, mensageiro de boas notícias para Sião, entregue a sua mensagem em voz alta.” (Is 40:9)
Aí está. O mensageiro do Senhor acompanha o sopro do Senhor. (“ O vento sopra onde quer, e ouve-se o barulho que ele faz, mas não se sabe de onde ele vem, nem para onde vai. A mesma coisa acontece com todos os que nascem do Espírito.” – Jo 3:8). Todo mensageiro de Deus é escolhido para se localizar em uma determinada geração; em alguma época no tempo. Assim, ele se torna o canal de Deus para que o sopro do Senhor, o mover do Espírito se manifeste naquela geração. A mensagem precisa ser transmitida de alguma forma (palavra escrita, palavra dita, música, dança, artes, etc) com ação e efeito.
E qual o lugar ideal pro mensageiro estar? Num alto monte. Um local de referência. O trabalho dele começa assim...subindo o alto monte, e isso não é nada fácil. Requer muita disposição e paciência. Tem que ter certeza do chamado mesmo.
A mensagem deve ser dita em voz alta, até mesmo por causa da questão da altitude. Monte alto, o som fica longe dependendo da distância dos receptores da mensagem. Portanto, um alto monte exige muito do mensageiro. Inclusive passar a mensagem em voz alta. Isso me faz lembrar da crucificação de Jesus. Foi tudo realizado num alto monte (Gólgota). Ali foi transmitida uma mensagem que precisava ficar bem clara pra toda a humanidade.
“ É ele quem rebaixa reis poderosos e tira altas autoridades do poder. Eles são como plantas que brotaram há pouco e quase não tem raízes. Quando Deus sopra neles, eles murcham, e a ventania os leva para longe, como se fossem palha.” (Is 40: 23, 24)
Aqui diz que o mover de Deus, o sopro dEle é que faz as altas autoridades caírem. Nesse versículo eu entendo que o mensageiro do Senhor é canal pro mover de Deus atuar no governo de uma determinada geração. Creio que isso também está relacionado ao estabelecimento do Reino de Deus.